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Não há um valor fixo, porque o rendimento necessário depende principalmente do preço da casa que pretende comprar. O critério mais utilizado pelos bancos é a taxa de esforço: a prestação mensal do crédito habitação não deve ultrapassar 35% do salário líquido. Por exemplo, para uma casa de 200.000€ com um financiamento de 90%, a prestação ronda os 808€ por mês. Neste caso, precisaria de um rendimento líquido de pelo menos 2.300€ para cumprir esse critério. Se o agregado familiar tiver dois titulares, os salários são somados para efeitos de cálculo.
A taxa de esforço é a percentagem do rendimento líquido mensal comprometida com o pagamento de prestações de crédito. Em Portugal, o Banco de Portugal recomenda que este valor não ultrapasse os 35%, embora alguns bancos aceitem até 40% em situações específicas. Por exemplo, com um salário líquido de 1.800€, a prestação de crédito habitação não deveria exceder os 630€ mensais. Uma taxa de esforço baixa não só aumenta as probabilidades de aprovação do crédito, como garante mais margem para poupar e gerir imprevistos ao longo do tempo.
Em Portugal, os bancos financiam normalmente até 90% do valor da casa, o que significa que precisará de ter pelo menos 10% do preço de compra disponível em poupanças para dar como entrada. A isso acrescem os custos de aquisição, que incluem o IMT (Imposto Municipal sobre Transmissões Onerosas), o Imposto de Selo, honorários de notário e registo predial, representando tipicamente entre 5% a 8% do valor do imóvel. Para uma casa de 200.000€, deverá contar com um capital inicial total de aproximadamente 30.000€ a 36.000€ antes de se candidatar ao crédito.